Todos nós sabemos ainda que de maneira apenas intuitiva a capacidade que a musica tem para transformar ou potencializar nosso equilibrio ou estado de humor. Da mesma forma todos nós podemos nos recordar de um especial momento em nossa vida quando uma determinada musica serviu de moldura inesquecível ou de lembrança e elo com uma pessoa querida.

O ser humano é um ser musical. Desde os tambores da pré-história muito temos evoluido em termos de refinamento e aprimoramento do gosto musical mas principalmente temos aprendido que a musica pode realmente ser um veiculo de cura não só das emoções como também da espiritualidade e do corpo físico.

Facilmente identificamos uma música triste ou alegre e é justamente através disso que a musicoterapia recorre: as musicas podem curar ou reduzir diversos problemas de saúde e isso é óbvio quando recordamos que a origem de toda e qualquer doença é o cérebro. A idéia é que se faça chegar ao cérebro estímulos que anulem ou relaxem atividades nocivas causadoras do mecanismo que produza a doença. Através de diversas melodias podemos conseguir efeitos surpreendentes.

Ainda que a musicoterapia seja conhecida desde a antiguidade, nos anos 40 foi implementada dentro da medicina de recuperação pois com seus efeitos fisiológicos, emotivos e mentais, a Musicoterapia contribui para o equilibrio psicofísico de maneira muito eficaz.

São muitas as referências e numerosos os escritos relacionados à aplicação da música e dos sons na medicina. Na região próxima a Kahum, no Egito, foi descoberto em 1889 um papiro de aproximadamente 4500 anos que revelava a aplicação de um sistema de sons e de músicas, instrumentais ou vocais, para o tratamento de problemas emocionais e espirituais. Esse sistema incluía até mesmo indicações para algumas doenças físicas.

A mitologia grega também é rica em informações sobre técnicas terapêuticas de caráter musical. Asclépio, ou Esculápio para os romanos, filho de Apolo e deus da medicina - do qual, acreditavam os gregos, descendia o próprio Hipócrates - tratava seus doentes fazendo-os ouvir cânticos considerados mágicos.

Hoje em dia um dos setores que mais tem utilizado esse sistema de cura terapeutica é o do tratamento do sistema nervoso mas com igual sucesso tem se tratado de áreas bastante físicas como coração, pulmões e mesmo para ajuda na recuperação do alcoolismo e drogas.

A musicoterapia é uma ferramenta maravilhosa para o desenvolvimento positivo da auto-estima pois é introduzida junto a outras técnicas que provocam ao indivíduo sentimentos de auto-realização, autoconfiança, autosatisfação e muita fé.

O ritmo é um dos elementos básicos pois através dessa dinâmica podemos estimular e potencializar os processos psicomotores de cura na autorealização, atuando, inclusive no fluxo da kundalini tão conhecida nas tradições misticas. Relembremos os mantras tibetanos e os védicos, tão sabiamente utilizados para limpar os chakras, despertar essa energia e alcançar a iluminação.

Como já dizia Homero, famoso historiador que precedeu Platão: " A música foi uma dádiva divina para o homem. Com ela, podemos alegrar a alma e assim apaziguar as perturbações da mente e do corpo".


Jacqueline Abecassis

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